Novas Regras Do Imposto Imobiliário

11 de outubro de 2018

IMPOSTO DE RENDA 2018: A DECLARAÇÃO DE IMÓVEL MUDOU

Você tem dúvidas de como declarar seu imóvel, ou o aluguel pago ou recebido? Precisa orientar seu cliente? Então acompanhe a postagem a seguir para mais informações sobre o imposto de renda 2018!

Mudanças no imposto de renda

Fique atento, a receita federal alterou o programa do Imposto de Renda para conseguir ainda mais informações sobre o contribuinte. Um das alterações é a instrução normativa de novembro do ano passado, onde a Receita reduziu de 12 para 8 anos a idade obrigatória do dependente para o documento de CPF. É bom ficar atento, pois a partir de 2019 a obrigação será para qualquer idade. Já para veículos, é pedido o Registro Nacional de Veículo (Renavam). Na hora de separar a sua documentação, lembre-se que o Fisco pedirá o CNPJ da instituição financeira em que você possui conta corrente e aplicações financeiras.

Mas uma das alterações é em relação à declaração de imóvel, e é provável que você e muitos dos seus clientes tenham dúvidas a respeito. O novo programa do IRPF conta agora com campos de informações complementares, que mudam de acordo com o tipo de bem. No caso de imóveis, por exemplo, é solicitada a data de aquisição, área do imóvel, registro de inscrição em órgão público e no cartório. Apesar dos campos serem opcionais este ano, é bom já ir se acostumando, pois em 2019 serão obrigatórios.

declaração de imóvel no imposto de renda 2018 é sem dúvida uma das maiores preocupações. Além das mudanças este ano, há uma variedade de situações (compra, venda aluguel, doações…) que exigem diferentes procedimentos. Vamos tentar ressaltar aqui as principais alterações com estas operações. Vamos separar algumas diferenças: como declarar imóveis no imposto de renda pessoa física 2018.

Calcule se vale a pena Alugar ou Comprar um imóvel

02 de dezembro de 2014

Você já deve ter ouvido falar que não existe retorno sem risco. Esse termo é a realidade para qualquer mercado. Um Grande retorno de investimento não existe com um pequeno risco. O que existe são promessas, mas, nesse caso, promessas são hipóteses, e, a relação entre alugar ou comprar deve ser exata. Então, duvide, recuse se em algum momento alguma delas vier até você “maquiada” como oportunidade. Isso não existe!

Na verdade, o que vamos expor é apenas uma análise, mais uma ferramenta que podemos usar para nos orientar e nortear no caminho certo. O que é bom para você, pode não ser bom para o seu irmão,  vizinho. O intuito, não é ser radical e defender essa ou aquela hipótese envolvendo uma questão de tamanha polêmica, cabe a você identificar sua real necessidade e relevar o que vale mais apena, “alugar ou comprar um imóvel”, mas vamos aos fatos:

Usamos duas opções para calcular a relação Aluguel x Compra do Imóvel.

1.) Em condições gerais, vamos determinar com base uma rentabilidade de 0,5% ao mês para imóveis residenciais no Brasil, passamos então a verificar se o valor do aluguel equivale a pelo menos 0,5% do valor do imóvel (ou 6% ao ano). Uma relação igual ou maior indica que é melhor comprar do que alugar.
Evidentemente que, quando o valor do aluguel representa o mesmo percentual do valor total disponível em relação ao percentual da rentabilidade da aplicação (0,5%), a opção pela compra do imóvel é um pouco mais vantajosa.

Mas, quando o percentual do valor do aluguel é menor que o valor percentual da rentabilidade da aplicação, a opção em alugar torna-se mais vantajosa.

2.) Agora uma relação de cálculo muito usada pelos americanos para saber quando o preço dos imóveis estão caros ou baratos e o que vale mais a pena pagar aluguel ou comprar um imóvel.
“One of the most respected gauges of housing market value is the Price-to-Rent ratio, calculated by Moody’s Economy.com”.

Fórmula: R=P/R ratio, assim, ratio = price/rent.

Este número vai auxiliar e dar uma ideia se o preço dos imóveis em determinada área está com preço justo. A fórmula é “price/rent = ratio”, ou, P/R ratio em inglês, porém em português seria algo como: Razão = VV / AA (razão = valor venda dividido pelo aluguel anual).

Mas, quando faz sentido alugar?

Quando o R.(ratio) for superior a 20.

Para calcular siga os seguintes passos:

1. Encontre quatro similares casas ou apartamentos, dois para alugar dois que estejam a venda.

2. Faça o cálculo simples de média dos valores. [soma-se  os dois valores de venda (ou aluguel) e dividida por dois].

3. E então dividida a média encontrada do preço de venda pela média do aluguel anual.

O resultado é o P/R ratio.

Exemplo: duas casas a venda no valor de R$ 200.000,00, e o aluguel sendo uma casa com valor de R$ 1.000,00 e outra com valor de R$ 950,00 (média de R$ 975,00). X 12 R$ 11.700,00 por ano.

Você pagaria de aluguel anual o total de R$ 11.700,00 por um imóvel que está com preço médio de venda em R$ 200.000,00 no mercado imobiliário no momento.
Portanto R = 200.000 / 11700 = 17,09

Esta é a razão/relação, o “ratio” encontrado entre o valor de compra e venda divido pelo aluguel anual.

O que este número significa?

“Uma relação/razão de valor/aluguel acima de 20 significa que os custos mensais de propriedade excederão o custo do aluguel.” David Leonhardt

Autoria : Leandro Cardoso

Fontes : Flávio dos Reis

10 dicas para manter o Apartamento sempre em Ordem

12 de março de 2013

Em um mundo cada vez mais frenético, uma das coisas mais importantes é se sentir acolhido em casa, e, para isso, é necessário ter tudo sempre à mão e, de preferência, bem organizado. Aqui vai algumas dicas para ajudar você nesta difícil tarefa de organizar seu apartamento ; confira:

1 – Coloque tudo em caixas: A caixa é a melhor amiga da organização de lugares pequenos. Com ela você cria categorias para as coisas. Para dar certo, você deve sempre guardar as coisas na caixa correspondente. Só coloque em caixas coisas catalogáveis, ou seja, que tenham um padrão de importância para isso e assim você conseguirá manter a arrumação. Existem no mercado caixas de papelão, coloridas ou acrílicas, de todos os tamanhos e para todas as necessidades.

2 – Tenha tudo à mão (principalmente na cozinha!): O que você mais usa deve estar à vista, seja em armários ou prateleiras, inclusive mantimentos. Se os alimentos ficam escondidos, vencem sem que você perceba. O que tem pouca utilidade, ou porque nunca vai ser usado ou porque tem um valor sentimental grande (pratarias de casamento, por exemplo), a dica é colocar em uso ou desapegar, principalmente se você vive em um apartamento pequeno.

3 – Livre-se do supérfluo: Um apartamento sem entulhos é meio passo para uma casa arrumada. Coisas em desuso juntam poeira e só ocupam espaço que poderiam ser melhores utilizados. Livrar-se do supérfluo é tornar a vida mais leve e perceber que, muitas vezes, utilizamos muito pouco daquilo que acumulamos.

4 – Esconda tudo o que é feio: Sabe aquela impressora antiga, cinza, que você ainda usa, mas que não combina em nada com a decoração da casa: coloque-a dentro de um armário. Esconda tudo o que for de uso, mas que não combina com o estilo do seu lar.

5 – Use mantas: Cobrir os sofás com mantas ajuda a diminuir o desgaste da tapeçaria e permite que você mude a decoração sem gastar muito. Há ainda outro ponto positivo: a facilidade da limpeza – se alguém derrubar um copo de vinho, não vai acabar com sua noite.

6 – Use os espaços vazios: Em espaços pequenos, ter lugar para guardar todas as coisas é essencial. Por isso a dica dos especialistas é aproveitar todos os cantinhos. Instale armários ou gavetas embaixo da cama, em cima da pia, sob as escadas, em pequenos vãos etc. Outra boa alternativa é encontrar uma dupla função para os objetos, como um baú que serve de banco, por exemplo.

7 – Agrupe as roupas por categorias: Guarde as calças com calças, camisetas todas juntas ou ainda casacos com casacos. Classifique-os por ocasiões, como roupas sociais, roupas de ginástica, de lazer. Você pode, também, separar as roupas por estações, ou por cores, que fica muito bonito visualmente. Coloque sempre as roupas na primeira fila para conseguir visualizar todas, pois se você não enxergá-las, não vai usá-las!

8 – Encaixe seus sapatos: Uma dica comum em listas de organização é guardar os sapatos em caixas, mas muitas vezes não há espaço no guarda-roupa para guardar um par em cada caixa. Uma solução é guardar vários pares em caixas maiores, e se possível, coloque etiquetas para saber o que há dentro da caixa. As caixas evitam que o armário fique com cheiro ruim, de sapato sujo.

9 – Invista em cabides: Parece besteira, mas bons cabides ajudam a organizar o armário e até a salvar algumas roupas do desgaste. Compre os de plástico mesmo, preto ou branco, que não ocupam espaço e que permitem que se pendurem várias coisas. A uniformização traz clareza.

10 – Organize os documentos: Não há nada mais estressante que precisar de um comprovante de pagamento ou de um documento para o Imposto de Renda e não encontrar. Organize as contas por tipo em caixas com divisória, e se possível use uma para cada ano. Assim você consegue achar fácil aquela conta de luz de janeiro de 2007. No caso de documentos importantes, mas de pouco uso, como carteira de trabalho, certidão de nascimento ou até mesmo passaporte, deixe todos juntos em uma caixinha, guardada em local seguro.

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Fonte : CasaNova, Porto Design.

Autoria : Leandro Cardoso